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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Novo blog nosso.

oooi leitores. Eu estou aqui para divulgar meu mais novo Blog, onde estou postando meu Livro Despertar. Ainda esta fraco o movimento, mas sei que com a ajuda de vocês, o blog e o livro vai bombar.
o link é: www.sagadespertar.blogspot.com

Beijoooooooooos de Botboletas, e uma otima leitura.

sábado, 25 de setembro de 2010

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Passe e Fecha a Porta agora na comunidade.
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Do olhar a Sedução.- Um






Um.


Um.


Sentei em minha cama ofegante, como se tivesse corrido uma maratona. Meu corpo estava soado, -mesmo com a noite fria e densa ao lado de fora- e minha cabeça doía. Mais uma noite de pesadelos do dia em que meus pais morreram. Olhei para o lado para ver se minha colega de quarto, Amy Roberts ainda estava dormindo. Amy roncava baixinho em sua cama ao meu lado.
Amy esta comigo desde meus oito anos. No começo, quando vim para cá, não tinha nenhuma menina para dividir quarto comigo. Não importava muito, sempre gostei de ficar sozinha. Mas quando Amy chegou três anos depois, tudo mudou. Eu contava tudo para ela, e ela contava tudo para mim. O caso dela era totalmente diferente do meu. Amy perdera o pai, e sua mãe não queria mais saber de nada, então, botou ela no Colégio interno. Não fazia muito sentido, mas era o que sempre dizia. Amy tem a mesma idade que a mim. Nós nunca fomos muito parecidas. Amy é morena dos olhos claros, e eu sou loira dos olhos castanhos.
Levantei-me de vagar, tentando respirar um pouco e tirar as terríveis imagens de minha cabeça. A luz que vinha da janela afirmava que ainda estava de madrugada, então não me importei de ter acordado àquela hora. Fui caminhando na ponta dos pés ate a janela, na intenção de não acordar Amy. A neve caia ao lado de fora, fazendo uma textura de rigidez no vidro da janela. Ao lado de fora, o campus estava coberto por flocos de uma tempestade que já iria fazer dois dias. Os chafarizes estavam congelados, e pequenos pingentes se formavam nas folhas dos grandes carvalhos. Aquela paisagem me impressionava á 11 anos, quase 12.
Já vai fazer 12 anos. Pensei comigo mesma. Desde meus cinco anos estou nesse internato no centro da Inglaterra. Depois de tanto tempo, pensei que não era tão ruim assim. Tenho amigos para sempre. Bem… Ate fazermos 18 anos e sairmos daqui. Mas sei que continuaremos nos vendo.
Tia Clarisse me disse que assim que sair sua casa estará de braços abertos para me receber. Mais ainda tinha um ano, quase dois.
Ouvi um barulho estrondoso vir de dentro de mim, mas não me assustei muito. Nos últimos meses tenho acordado a essa hora todas as noites, e sempre com a barriga roncando. Convenci-me que fosse a fome, então sem fazer muito barulho peguei meu roupão e sai do quarto na ponta dos pés.
Todos os empregados do Internato me conhecem. Claro, estou aqui vai fazer 12 anos. Vários empregados já saíram e já entraram desse internato, e já fiz amizade com todos. Se me vissem andando pelos corredores não brigariam, muito ao contrario, até ofereceriam um sanduíche de creme de amendoim.
Desci os corredores pouco clareados até o refeitório, rezando para não encontrar ninguém lá além dos empregados. Talvez nem eles, mas congelei quando passei pela pesada porta e me deparei com um homem sentado em uma mesa bem distante de mim, com uma xícara de café na mão, e um prato de biscoitos ao lado.

Do olhar a Sedução.- Prólogo.



Era noite de inverno na minha amada Inglaterra. A neve caia na soleira de minha janela, enquanto eu tentava dormir de baixo de meus pesados cobertores. Eu tinha cinco anos, quando minha mãe morreu. Estava dormindo em meu quarto, a qual ficava do lado do quarto de meus pais. Logo pela manha, ouvi um barulho enorme vindo do andar de baixo, e logo depois, gritos e pessoas correndo. Tentei não ficar com medo, então fui ate a porta, que dava para o corredor dos quartos de cima, quando percebi que a correria mesmo vinha do andar de baixo. Corri para lá, e como um tapa na cara (não que naquela época eu já ganhara um tapa na cara), vi minha mãe, Mandy, estirada no tapete da sala de estar, e meu pai em cima dela como um louco. Todos ali em volta, olhavam horrorizados com o que viam. Eu não era a única.
Desci as escadas quase às rolando, e abraçando minha mãe, quando percebi que ela estava banhada de sangue, e uma arma ao seu lado, perto da mão do meu pai. Seu rosto de porcelana estava relaxado e tranqüilo. O que eu vi não parecia real. Eu pensei que estava sonhando por um segundo, ate algumas pessoas me puxarem pelos braços, me tirando da sala rapidamente. E eu não chorei. Eu não aprendi a chorar.
Os empregados estavam pálidos, atrás da casa, para onde me levaram. Vi que era minha tia Clarisse quem tinha me tirado de lá. Seus olhos estavam avermelhados, e com um tanto de raiva. Em algum ponto de mim, eu não queria aceitar, nem acreditar no acontecera. Minha tia Clarisse, parecia muito com minha mãe. Ate porque eram irmãs. O rosto desenhado como de uma fada bailarina. Os olhos claros e bem delineados. A boca naturalmente avermelhada, e os cabelos loiros aveludados.
Comentários a minha volta faziam aprofundar minha ferida, e cada segundo a mais eu tinha a plena certeza de que minha mãe estava morta. E o dia demorou a passar. Olhei para o jardim atrás de mim, coberto por flocos de neve. Meus pensamentos pairaram junto ao vento, quando da sala, veio outro barulho como o de antes, e outros gritos, e outros berros. Senti um arrepio nascer por minha espinha.
E eu não chorei. Eu não prendi a chorar.

Do olhar a Sedução.



Do olhar a sedução conta a História de uma garota de 17 anos, que mora desde os cinco em um Internato, na Inglaterra, quando sua mãe morreu. A história começa quando sua paixão aumenta pelo seu Professor de Matemática, Gregory, e percebe que está sendo correspondida. Mas tudo complica quando A diretora do Colégio paga os dois em uma cena de amor, e pensa no pior. Será que Gregory e Julie vão ficar juntos? Ou mais uma vez a Lei vai separar um amor tão lindo?

Voltando com tudo.

Olá leitores. Eu estive fora por algumas semanas, mas agora voltarei com tudo. Novas histórias, e continuarei escrevendo O diário de Melissa para quem gosta. Muito suspense e histórias de tirar o fôlego estão por vir, então... Preparem o coração, e pegue o mouse.

Hellen Pimentel.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

O diário de Melissa. (8°)

Corri em sua direção e vi sua expressão ficar confusa.
-Meu pai! -eu gritei. -Meu pai esta aqui.
Ele estava correndo junto comigo, pra onde, eu não sei. Vi uma ponta de raiva em seu rosto, mas também tinha medo e procupação.
-Pra onde vamos? -eu perguntei quando chegamos em um T de corredores.
Tyler parou e olhou para os dois lados. O esquerdo dava no ginasio e para os banheiros, e o direito dava para as portas os fundos da escola. .
-Vem. -ele pe puxou para a esquerda. Mas que burrice ele estava fazendo?
O ginasio não tinha saida -eu acho. -
-Pra onde esta indo?
-Tem uma saida no banheiro dos meninos. -gritou ele enquanto corria.
Não tinha sinal do meu pai, nem de ninguém. Não tinha nenhum aluno nos corredores. Os banheiros ficavam um pouco antes do gnasio, então, como eu pensava, não tinha ninguém n0o banheiro dos meninos. Tyler entrou e fechou a porta abrindo a ultima cabine. Fiquei parada e não ouvi mais barulho nenhum, então... quando fui ver onde Tyler estava, não tinha ninguém dentro do banheiro, com uma portinha aberta. Foi tenso, mas ele logo apareceu e me puxou. Estavamos nos fundo da escola, estata tudo deserto, o que seria bom. Eu conseguia ver o estacionamento de onde estavamos. Também conseguia ver o carro do meu pai, mas ele ja não estava dentro dele.
Ficamos ali parados por um tempo. Acho que Tyler estava pensando, pois eu estava tentando me acalmar. Meu coração palpitava e tinha mente girava.
-Precisamos ir na policia. -ele disse depois de um tempo.
-Não! Esta louco? -perguntei. -Ele vai falar da minha mãe! -eu disse.
- O que tem sua mãe?
-Vão tirar minha guarda dela. -eu disse com as lágrimas novamente em meus olhos.
Minha mãe nunca ligou para mim, mas quando meu pai batia em mim, ou tetava abusar, ela sempre tentava impedi-lo. Imagino que se eu tivesse uma filha, não gostaria de ve-la apanhando ou sendo abusada por um louco.
-Ah. -ele disse, tentando pensar em mais alguma coisa. -Mas ela nem liga pra você.
-Liga sim. Sei que ela liga. -eu disse nem prestando a atenção nele. -Ela que me ajudou a fugir.
-Ja pensou na possibilidade dela querer você fora de casa? -perguntou ele.
O fitei com raiva.
-Porra, Tyler! -explodi. -Minha mãe liga pra mim, e eu sei disso! Não fica tentando por merda na minha cabeaça. Eu conheço ela. E ela não liga, mas se preocupa. Droga!
-Calma Melissa. Eu só fiz uma suposisão.
-Cala a boca. -murmirei e comecei a andar em direção ao estacionamento.
-Vai pra onde? -perguntou ele correndo atras de mim.
-Pra qualquer lugar longe daqui.
-Ei! Melissa. -alguém me chamou, e eu sei que não foi Tyler.
Me virei e vi o desgraçado na entrada, me fizilando com os olhos e com uma barra de ferro na mão. Meu coração apertou e no momento eu não soube o que fazer, apenas corri.
Corri sem direção. Não sabia o que estava fazendo.Senti alguns passos atras de mim e dedusi que era Tyler. Ele corria rapido.
-Melissa, pro meu carro. -gritou tyler.
Foi quando percebi que ele estava um poucpo atras com a porta do seu carro aberta. Corri mais um pouco e bati a porta, no mesmo momento em que eme arrancou com o carro.
Meu pai estava logo atras com o dele. .
-Que safado! -sibilou Tyler pra si mesmo. -Se eu pudesse matava esse desgraçado.
-Você não é o unico que deseja isso. -murmurei.
Tyler estava correndo muito, mesmo assim meu pai continuava atras de mim.
-QUe inferno, ele não desgruda. -disse tyles olhando para tras.
OLhei junto, depois voltei meus olhos para frente, quando vi de cara um caminhão em nossa direção.
Ouve uma pressão forte e um barulho estrondante.
E eu e Tyler estavamos de baixo de cacos d evridros e ferros.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

O diário de melissa (7°)

A aula de química passou rápido, mas a de matemática foi a mais lenta. Eu quase conseguia sentir a Claustrofobia se arrastando para cada vez mais perto de mim, quando peguei minhas coisas e sai bem no meio de uma explicação do professor. Fiquei andando de um lado para o outro no corredor. Eu sentia o desespero em minhas veias. Eu sentia que estava sendo perseguida, e com alguém quase berrando em meu ouvido que eu não deveria fica na casa dos Mayer. Aquela foz ia ficando cada vez mais alta, quando não agüentei mais e me sentei no chão encostada na parede, tapando os ouvidos e deixando com que as lágrimas escorressem por meu rosto com rapidez.
-Melissa! -ouvi alguém gritar de longe. -O que houve? -quando disse de nono ja estava ao meu lado.
Levantei minha cabeça par4a ver quem era, era Tyler. Ele me olhava com os olhos arregalados e preocupados.
-O que houve, Tyler? -eu disse com a voz rouca de chorar. -O que houve é que eu estou cheia dessa vida. Sinto muito mas... Eu não posso ficar em sua casa. Eu não posso ocupar seus amigos e sua família. Eu estou indo embora da cidade, e é para sempre. -eu disse me levantando e pegando minha mochila dando as costas para ele. Mas de novo, ele pegou em meu pulso e me virou para ele.
-Mas como assim? Você não pode ir embora. E nem esta ocupando meus amigos e minha família. -ele disse. -Eu quero que você fique. Eu quero você bem. -ele disse mais de vagar ultima frase.
Aquelas palavras dele fizeram todo o sentido quando eu parei para pensar. Eu neguei com a cabeça e puxei meu pulso.
-Aqui não é o meu lugar. Aqui nunca foi o meu lugar. Se você me quer bem, deixe-me ir. -eu disse sentindo a ultima lágrima escorrendo por meu rosto.
Vi sua expressão mudar de triste para mais triste.
-Posso te dar apenas um abraço? -ele perguntou tentando conter o nó em sua garganta. Não tinha como negar um abraço de Tyler. Dei um passo em sua direção e deixei com que ele me abraçasse. Eu me senti tão bem. Me senti pequena e protegida. Deitei minha cabeça eu seu peito, tentando gravar cada segundo em minha mente. Gravar seu cheiro, e de como era confortável aquele abraço. Me afastei secando as lágrimas em meus olhos.
-Tchau, Tyler.
-Adeus, Melissa.
Me virei e fui andando de vagar para a porta da saída. Uma nova vida me esperava lá fora. A estrada me esperava lá fora. Assim que passei pela porta vi aquele carro azul entrar pelo estacionamento. Senti que minha vida tinha acabado naquele momento. Era o carro do meu pai. Me virei na mesma hora, onde Tyler ainda estava parado no mesmo lugar.

terça-feira, 13 de julho de 2010

O diário de melissa(6°)

Tyler desceu as escadas com uma blusa azul que realçava seus olhos claros e com a sua e a minha mochila nas mãos. Sorri então fomos para a escola no carro dele. Não falamos muito ate chegarmos lá. Mas Tyler tentou varias vezes puxar assunto.
Quando passamos pelo portão do estacionamento percebi que os olhos já estavam todos em cima de nós, na verdade, em cima de mim. Respirei fundo algumas vezes e abaixei a cabeça.
-Não ligue para o que eles vão falar ou fazer. Você esta comigo agora, e é isso que importa- Tyler disse com a voz dura, percebendo também o olhar escroto das pessoas em cima de mim.
Assim que ele parou em uma vaga, vi seus amigos e sua namorada parar em volta do carro. Ouvi ele dizer algo como: ninguém merece mas nem quis escuta. Tyler saiu do carro e fechou a porta. O som estava abafado mas pude ouvir muito bem o que eles estavam falando.
-Não falem nada. -ele disse olha para cada um.
-O que ela esta fazendo com você?- perguntou Jessica, sua namorada.
-Ela esta comigo. Algum problema?
-Como assim com você? -ela perguntou mais alto enquanto seus outros colegas ainda o fuzilava com os olhos.
-É complicado. Conversamos depois. Com licença. -ele disse abrindo espaço entre seus amigos e dando a volta ate minha porta.
-Venha comigo e não olhe para ninguém. -ele disse estendendo a mão para mim.
Sem medo peguei sua mão e sai. Ele me acompanhou ate a sala de química, e foi para a sua. As pessoas me olham estranhamente. Sem disfarçar. Tinha que admitir que minha vida melhorou 50%. Mas meu pai ainda estaria atrás de mim por ai. Mas eu só queria pensar em Tyler e que agora estava morando na mesma casa que ele. Nada mais importava.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

O diário de melissa (5°)

O sol estava batendo em meu rosto. Aquilo foi bom. Por um segundo me senti bem, como se nada estivesse acontecido ontem, mas logo me lembrei de onde estava o que tinha acontecido na noite passada. Foi tenso. Dei um pulo da cama fofa e olhei a minha volta. Foi gostoso ver aquele quaro familiar e com o cheiro dele. Foi bom pensar nele a noite toda. Foi ótimo imaginar como seria se tivesse ele em meus barcos agora, mas sei que isso não aconteceria. Isso nunca ia acontecer. Então me levantei e fui ate o banheiro lavar meu rosto. Sim, eu estava bem melhor. As machas roxas em volta de meu rosto estavam sumindo e a dor no meu corpo ia embora junto com ela. Ate meus olhos claros estavam mais brilhantes. Senti vontade de sorri. E eu sorri. Sorri como uma criança. Foi gostoso. Depois que acabei de lavar meu rosto desci as escadas que agora parecia bem maior do que ontem. Na verdade, tudo parecia maior do que ontem. Senti minha barriga roncar e me perguntei onde Tyler estaria, quando ouvi uma gargalhada vindo da cozinha. Sem pensar fui ate ela, onde Tyler estava com a mesma calça de moletom de ontem e sem blusa sentado na mesa com seu pai ao lado. Seu pai era bonito. Com as mesmas feições que Tyler. Seus olhos ficaram felizes quando me viram. Isso foi estranho.
-Venha Melissa. Sente-se conosco. -Tyler disse afastando a cadeira ao seu lado.
-É um prazer ter você conosco, Melissa. -seu pai disse sorrindo.
Percebi que ele olhou meus braços, não só roxos como machucados. Isso me incomodou um pouco, mas nem liguei.
-Obrigado, Sr. Meyer.
-Por favor, não me chame de Sr. Meyer. Me chame de Steve.
-Claro, Steve. -eu disse um pouco envergonhada.
A mesa estava bem farta mas não sabia o que fazer.
-Pegue o que quiser Melissa. Sinta-se em casa. -Tyler disse passando um p prato branco para mim. Fiz o que ele disse, mas não para fazer feio pequei um pouquinho de cada coisa. Estava satisfeita quando Steve puxou o assunto.
-Então Melissa. Tyler tem uma coisa para te contar. -Steve disse olhando para Tyler.
Tyler arregalou os olhos, mas logo olhou para mim e disse.
-Nós estávamos conversando antes de você acordar, que, talvez, se você quiser, pode morar com agente a partir de hoje. Minha mãe já saiu daqui para um apartamento no centro. Você pode ficar com o quarto de hospedes, e fica tudo certo. -ele disse feliz.
O que eu mais queria era morar com Tyler e seu pai. Mas e as despesas. Eu não tinha um dólar no bolso para ajudar em nada. E eu só tinha a muda de roupa do corpo.
-Eu queria muito ficar, mas não posso. Não tenho dinheiro para ajudar em casa, e só tenho essa roupa que estou usando. Sinto muito, mas, não posso. Mesmo. -eu disse curvando a boca para baixo.
-E quem disse que você precisa pagar alguma coisa? Estamos de convidando. E não tem problema algum com roupas. Tyler pode te levar ao shopping hoje e fazer algumas compras.
-Claro! Passo ate no meu cartão platinam. -Tyler disse entusiasmado com a idéia. -Melissa, por favor. Fique! Não faça essa desfeita. -ele disse fazendo carinha de cachorrinho abandonado. Não dava para dizer 'não' para aquela carinha.
Eu sorri, e assenti algumas vezes.
-Tudo bem, eu fico. -eles pularam das cadeiras como se um time de basquete tivesse feito gol e sorriram. -Mas meu pai não pode saber que eu estou aqui. Nem desconfiar. Ele pensa que eu sai da cidade. Se souber que estou aqui ele pode vir querer me buscar.
Rapidamente as expressões de seus rostos ficaram serias mas compreensivos.
-Claro. Ele não precisa saber. -Tyler disse.
-Não precisa saber. -repetiu Steve.
-Vamos então para a escola? -Tyler disse tentando sair daquele clima tenso.
-Claro. Só vou lá em cima trocar... -eu tinha esquecido que não tinha roupa, então logo calei minha boca
-Não liga, depois da escola vamos ao shopping. Vai assim mesmo. Eu que preciso trocar esse moletom. -ele disse se levantando e indo ate o segundo andar trocar de roupa.





Fiquem ligados no próximo O diário de Melissa(6°) Vejam como vai ser a reação das pessoas quando verem Melissa Johnson com Tyler Meyer.
Até lá.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

O diário de melissa (4°)

-Aqui é meu quarto. –disse Tyler amostrando o enorme quarto dele. Era realmente lindo. A parede dos fundos era de uma azul marinho com as outras 3 de um azul bebe. Uma cama enorme estava centralizada no meio do quarto. Pude reparar também nas duas guitarras e um violão preso na parede, com o que eu não sei. Entrei um pouco envergonhada e pude o ouvir fechando a porta atrás de mim.
-O banheiro é ali. -ele disse apontando para uma porta que estava entre aberta com a luz apagada. -Tome esse roupão. Quando sair do banho só o põe. -ele me passou o roupão me levando ate o banheiro.
A água estava quente e nem deu vontade de sair mais de lá. Mas percebi que a luz foi caindo cada vez mais, então desliguei o chuveiro. Encarei-me no espelho. Meu rosto estava mesmo acabado. Nem meus olhos claros davam uma avivada naquele rosto morto. Penteei meus cabelos claros que estavam bem emaranhados e os prendi em um coque. Fiz como Tyler disse, vesti o roupão e sai do banheiro. Ele estava sentado na cama, agora com uma blusa e uma caixa de primeiros socorros ao lado. Seu rosto estava menos assustado e mais lindo. Estava leve e seu sorriso conseguia alcançar seus olhos. Estava um pouco envergonhada, claro. Eu nunca tinha falado com Tyler antes, e agora estava eu em seu quarto apenas de roupão.
-Venha. Deixe eu ver como esta isso. -ele disse dando pequenos tapinhas ao lado da cama. Sentei-me de costas para ele e deixei que o roupão deslizasse ate cair na cama. Suspirei. Nunca me senti tão livre antes, mas isso acabou assim que senti ele passando o algodão com álcool em alguns machucados que estavam ali. Soltei um pequeno 'ai'.
-Desculpe. -ele disse.
-Você tem as mãos leves. Só ardeu um pouco. -eu disse. Ele riu e continuou a passar o algodão.
-Quero ser médico. Acho que tenho jeito pra isso.
-Tem sim. Vai conseguir.
-Melissa, acabei aqui. Pode virar por favor?
Ajeitei o roupão, tapando meus seios e me virei para ele. Ele limpou meus braços e enfaixou meu pulso o atadura.
-Vou deixar você dormir agora. Você acredita que ja são 3:00 da manha? -ele riu.
-Vou ficar onde, não querendo ser folgada.
-Aqui.
-Claro que não! E você vai dormir onde?
-Na sala. O sofá é mais confortável que minha cama. -ele riu alto. Seus olhos fixiram nos meus. Era forte. -Boa noite, Melissa.
-Boa noite, Tyler. -ele pegou as coisas que estavam e cima da maca e se levantou. -Ah, e obrigado.
Ele sorriu.
-De nada.
Abri a mochila que minha mãe jogara para mim e peguei uma roupa limpa, que não tivesse sangue nem o cheiro enjoado da minha casa e me deitei. Fiquei tentando desvendar o olhar de Tyler que minha menti já tinha gravado. Suspirei algumas vezes e o cansaço tomou minha mente e não foi difícil pegar no sono.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

O diário de Melissa (3°)

Senti as lágrimas escorrendo em meus olhos, e fiquei com raiva de mim mesma por estar chorando. Eu nunca fui fraca. Só chorei no começo, quando as brigas começaram, e na primeira e segunda vez que meu pai me espancou, mas depois, nunca mais. Engolia minha raiva junto com a dor. Depois doía mais, mas eu nem ligava. Segui a cada esquina, tentando lembrar a onde estava. Sabia que estava longe, mas não sabia onde estava. A casa da Bianca já tinha passado a muito tempo, mas eu não iria ficar de novo na casa dela. E eu tinha que sair da cidade.
No meu relógio de pulso marcava 01:00 da madrugada. Não agüentava mais as dores em minhas pernas, nem a preção no corte em meu pulso. Tinha que parar em algum lugar. Andei mais uns dois quarteirões e parei em frente a uma casa grande, com o jardim florido e a grama parecia bem fofa. Olhei para os lados, tendo certeza de que ninguém me olhava. A rua estava totalmente deserta, então botei minha mochila na grama, e a usei como almofada, deitando-me. Meu corpo estava tão cansado que nem liguei se estava desconfortável ou não. Na verdade, estava bem confortável.
Minha mente começou a dar voltas, fazendo me lembrar do pesadelo do dia, quando alguma coisa atrás de mim bateu. Depois percebi que foi uma porta. Me mantive parada, sem ao menos respirar.
-Melissa? -alguém perguntou perto de mim. Eu conhecia aquela voz a quilômetros de distancia. Me sentei, e vi aquele rosto perfeito me olhando confuso. Tyler estava com um moletom cinza, e sem camisa. Nossa, ele era perfeito, e muito gostoso. Me levantei rápido.
-é... Desculpe Tyler, não sabia que a casa nem o Jardim era seu. Desculpe. -eu disse pegando minha mochila, e dando as costas. Tyler pegou meu pulso, logo o que estava cortado. Soltei um gemido alto, me virando de novo, puxando meu pulso de sua mão.
-Desculpe! -exclamou ele um pouco culpado. -posso ver?
Tyler pegou meu pulso de novo com cuidado, e puxou um pouco a manda de meu casaco para cima. Vi seus olhos arregalarem quando viu o corte em meu pulso. Percebi também que ele vira não só o corte, mas também vira os roxos e alguns machucados dos espancamentos. Tyler puxou mais a manda de meu casaco, desta vez ate o cotovelo.
-É... Bem... é alergia. -eu disse puxando a o casaco de novo para o pulso com vergonha.
-Desde quando alergia deixa roxo e com marcas de fios? -perguntou ele, já sacando o que estava acontecendo comigo. -Melissa, agora eu sei porque você é tão estranha. No bom sentido. Sempre não quieta e em seu canto.
Deu um passo para trás não querendo parecer "estranha para ele"
-Não precisa se preocupar com isso. Já sai de casa. O problema acabou.
-Per ai? Você saiu de casa? -ele pegou mais em cima de meu braço dessa vez, me girando pra frente dele de novo.
-Sim.
-Ele te bateu de novo? -perguntou ele com o cenho enrugado. Assenti suas vezes de vagar, tentando esconder minha vergonha.
-Melissa. Não precisa ir agora. Já esta tarde. -fiquei surpresa com o que ele disse.
-Como assim Tyler? -aumentei meu tom de voz. -Meu pai deve estar correndo atrás de mim a essas horas. E se eu não sai da Cidade agora, ele vai me achar e me levar para casa de novo. A única coisa que eu vou ganhar com isso é uma boa porrada de novo. -senti meus olhos encherem de lágrimas. -Só que eu não agüento mais apanhar daquele desgraçado. Não agüento mais. -me atirei sem seus braços. Tyler passos os braços por minhaas costas, que doeram um pouco, mas não liguei.
-Vai dar tudo certo. Nossa, eu pensei que minha vida era uma droga. Meus pais estão se separando. E esta tudo confuso. -disse ele em meu ouvido. Senti minhas pernas bambearem, e meus joelhos pareceram quebrados. Não vi mais nada a minha volta.
-Melissa. Melissa, acorda. Pelo o amor de Deus. -abri meus olhos de vagar, e me dei com o rosto de Tyler a minha frente.
-O que aconteceu? -me sentei ao lado dele.
-Você desmaiou a 7 segundos atrás. Comeu alguma coisa hoje? -ele perguntou me deitando em seu colo.
-Só na escola, na intervalo. Mas depois disso, não comi mas nada.
-Droga! Melissa. Que se matar? Isso já fez mais de 18 horas. -Tyler me levantou, passando as mãos por minha cintura. Me senti literalmente no céu.
-Vamos entrar. Comer alguma coisa. Pelo amor de Deus. -sussurrou ele ao meu lado.
Sua casa era linda. A maioria de vidro, e bem iluminada. A sala estava apagada, mas a cozinha estava bem acesa.
-Preferi tomar um banho primeiro, ou quer comer algo para depois cuidar desses machucados?
-Ham? Não. Eu não vou ficar aqui. Não mesmo. Não quero dar trabalho. Alem do que, amanha você tem aula. -eu disse me sentando em um doa bancos altos do passa-prato.
-Não ´so vai passar a noite aqui, como vai ficar aqui por um tempo, ate você ter lugar para ficar. -eu estava mesmo admirando o que Tyler estava fazendo por mim. Ele era o cara mais lindo e mais popular da escola, e eu só uma maluquinha que não tem nem pai nem mãe.
-Serio mesmo, Tyler?
-Claro.
Tyler passou o prato com um sanduíche enorme com um copo de suco de maracujá.
Comi aquilo em segundos. Estava muito bom. Depois disso, ele me levou para o segundo andar, que seguimos por um corredor enorme. Depois passamos por uma porta de madeira grossa e pesada.
-Aqui é o meu quarto. -Tyler disse amostrando o enorme quarto dele.



(CONTINUA AMANHA)

quarta-feira, 19 de maio de 2010

O diário de Melissa. (2°)

Sai da aula de Geografia com Bianca, e de novo, saímos sem falar nada.Infelizmente era a ultima aula. Eu teria que voltar para o inferninho da minha casa. Mas como todos os dias, eu andava pela cidade, tentando pensar em algum motivo para não voltar para casa.Eu tinha todos para não voltar, mas sempre penso em minha mãe.
-Vai ficar bem amiga? -perguntou Bianca com a mesma voz de sempre.
-Vou sim amiga. Qualquer coisa te ligo. -tentei deixa ela um pouco menos despreocupada.
-Ok. Beijos. -Bianca se virou e seguiu sua rua. Senti alguma coisa dentro de mim, como uma intuição, mas era uma intuição ruim. Apertei os passos ate chegar na minha rua um tanto escura. Pensei um pouco antes de abrir a porta, mas fui corajosa, e nem pensei duas vezes e empurrei a maçaneta de ferro. A sala estava totalmente vazia sem sinal de pai maluco ou mãe um pouco desconcertado da cabeça. Sem ligar muito, joguei minha mochila no sofá podre de meu pai, e subi o primeiro degrau da escada quando ouvi um barulho estranho e abafado. De primeira vez pensei que fosse minha mãe passando mal, o que me preocupou, mas logo depois lembrei que meu pai não estava no degrau de baixo. Então subi as escadas correndo. Sem querer saber de nada, abri a porta do quarto da minha mãe que estava entre aberta. Vi minha mãe agachada na frente de meu pai, enquanto ele jogava a cabeça para trás soltando alguns gemidos. Eu sabia o que eles estavam fazendo. Fiquei feliz por eles estarem se "entendendo", e ao mesmo tempo com nojo de minha mãe estar fazendo oral com o nojento de meu pai. Era bom para ser verdade, como sempre. Me surpreendi com meu pai gritando logo em seguida.
-Vamos, piranha! Não sabe fazer direito. -ele dizia com raiva, enquanto de vez em quanto dava tapas em minha mãe. Dei um passo para trás , com o medo nascendo em mim. Eu odiava ver meu pai bater em minha mãe, ou ate mesmo abusar dela, como ele já quis abusar em mim. Infelizmente, minha mão bateu na porta, fazendo abrir a porta ate o canto. Vi os olhos de meu pai me mascararem. Dei mais um passo para trás, com a vontade de correr e sair dali, mas alguma coisa me prendia, a qual eu não sabia o que era.
-Ta olhando o que, menina? -perguntou ele com raiva. Dei mais um passo para trás. -Quer também? Então vem cá.
Ele disse empurrando minha mãe semi-nua para o lado, e andando em minha direção. Virei-me e desci as escadas correndo procurando alguma coisa para pegar ou para onde correr, mas não vi nada na minha frente. Assim que me virei, meu pai estava atrás de mim com um fio de alguma coisa de que não sei de onde veio.
-Você sabe fazer direito? Já deu umas transadinhas por ai? -perguntou ele super nojento. Eu senti repulsa, e dei dois passos para trás.
-Não vai me responder, menina? -com um só movimente, eu já estava deitada no sofá, com ele com cima de mim. Senti sua mão no zíper de minha calça. Em alguns movimentos, entrei tirar ele de cima de mim, e consegui. Levantei-me de pressa, e corri para a cozinha, abrindo uma das gavetas e pegando uma faca grande. Virei-me, nem querendo saber a quem ia acertar. Senti pegar em alguma coisa, então levantei a cabeça, e vi meu pai com a mão no braço e gemendo. Eu havia cortado seu braço, coisa que não queria fazer, mas consegui.
Isso vez com que ele me olhasse com mais raiva. Tudo estava acontecendo tão rápido que com outro movimento quase não percebido, a faca estava em meu pescoço com meu pai a controlando.
-Não! Largue-a. -ouvi alguém falar da sala. Minha mãe estava na sala, com a cara vermelha e com uma mochila vermelha na mão.
-Cale a boca, vadia. -ele gritou.
Pensei em alguns modos de me tirar dali sem que a faca pegasse em mim, mas não vi nenhum modo. Nenhum modo sem me machucar. Só havia um jeito que eu sairia, mas a faca pegaria em meu braço. Coisa que não impostei muito. De acordo com meus pensamentos, passei meu braço por trás do dele e puxei. Não ocorreu como eu planejei. A faca pegou um pouco mais a baixo, perto do pulso. O sangue começou a jorrar mas rápido, e senti alguma coisa bater em mim e cair no chão. Minha mãe da sala mesmo tacou a mochila em mim.
-Vá, Melissa. Não fiquei mais aqui. Não é seu lugar. -fiquei um tanto assustada pelo tom preocupado da minha mãe, mas fiz o que ela pediu. Peguei minha mochila e sai pela porta dos fundos.
Corri o Maximo que pude. Corri sem pensar em nada. Sem ligar se alguém estava atrás de mim. Sem pensar no sangue que jorrava forte de meu pulso. Ignorando a dor em todo meu corpo pelos espancamentos de antes. E sem rumo, não sabia para onde ia. A noite ja caia, e só tinha 13 dólares no bolso. Eu estava livre, e ao mesmo tempo presa naquele lugar.


"No próximo post, Melissa sem quere e sem saber, deita no Jardim de Tyler Mayer, o garoto mais lindo da escola, e que sem querer, encontra ela dormindo em seu jardim. Mas só que ele se preocupa com ela como nunca ninguém se preocupou”

terça-feira, 18 de maio de 2010

O diário de Melissa. (1°)

Melissa Johnson: "Assim que passei pela porta do meu quarto, senti aquele cheiro enjoativo, a qual não me surpreendera mais. Meu pai estava fumando de novo. O cheiro de maconha com crack subia as escadas caminhando lentamente ate chegar em meu quarto pequeno e desarrumado. As vezes me perguntava porque minha vida tinha que ser tão difícil. Minha mãe era só mais uma largada da vida. Não ligava para o que eu fazia, nem para o que eu era. Meu pai era um viciado, a qual já fora preso duas vezes, e as duas por fumar e vender ilegalmente.
Desde que nasci, moro em uma casa pequena na cidade da Califórnia. Uma coisa tão pequena que quase não aparecera no mapa. Era pura depressão para uma menina de 14 anos, nunca ter conhecido a felicidade ou coisa assim. Ao menos quando eu vera Tyler Meyer. O garoto mais gato da escola. Eu realmente o gostava, mas ele nem sabe que eu existo.
Ando pelos corredores daquela bendita escola como um fantasma. As pessoas não me vem, e eu finjo que as não vejo. Em todas as aulas, sento no fundo da sala sem que os professores não liguem para o que eu estou fazendo. Na verdade, eu nunca faço nada, apenas escuto quando explicam, deixando minha lição em dia, e me esforçado para tirar um miserável D na media.
Minha única amiga, se chama Bianca. Ela me ajuda a superar os dias ruins em casa. Da ultima vez ela me deixou em sua casa por uma semana, enquanto meu pai estava loucamente louco, batendo em minha mãe, e quando tinha chance batia em mim. Não tenho coragem de o denunciar. Já basta os problemas do dia, e não precisa da policia em cima dele por espancar sua filha e sua mulher. Mas Bianca disse que se ele quiser abusar de mim, eu preciso ir na polícia o mais rápido possível. Nisso eu concordo com ela. Meu pai só tento abusar de mim uma vez, quando chegou bêbado e fumado de uma madrugada, e eu estava vendo televisão na sala. Ele dissera que se eu não fizesse ele chegar ao orgasmo, iria me bater, ate acontecer. Mas eu consegui fugir. Passei a noite na rua, mas não poderia ficar muito tempo fora. E não iria para casa de Bianca todas as vezes que meu pai ou minha mãe me batesse. Então... assim que cheguei em casa, ele estava sentado no sofá com uma garrafa de cerveja na mão, e um cinto do lado. Não pude correr dessa vez. Ele fechou todas as portar e janelas, e mais uma vez, fui espancada pelo desgraçado filho-da-puta que eu chamo de pai.
Devo admitir que meu pai é lindo e novo. Mas tenho nojo dele. Tenho nojo de entrar em casa e olhar sem sua cara. Tenho nojo de pensar que uso o meso banheiro, e como na mesma mesa. Tenho nojo de pensar no que minha mãe foi se casar. Tenho nojo de pensar o que mais ele pode fazer comigo e de minha mãe. Mas um pensamento melhor e feliz faz barrar todos esses que eu disse: Mas ai penso no dia que sair de casa junto com minha mãe, e deixar esse desgraçado para trás. Rezo por esse dia, todos os dias de minha vida."

Esse foi "O diário de Melissa" do dia. Amanha tem o segundo post, que começa a historia de Melissa.

By: Hellen Pimentel.

O diário de Melissa.

O diário de Melissa, conta a historia da vida de uma garota que tem a vida difícil. Seu pai é um viciado. Sua mãe é uma desleixada. E alem de tudo, é ignorada na escola onde freqüenta. Sua única amiga é uma menina que a ajuda a superar os dias difíceis. Todos os dias irei postar uma historia de Melissa. Sendo assim: O diário de Melissa.

by: Hellen Pimentel.