Corri em sua direção e vi sua expressão ficar confusa.
-Meu pai! -eu gritei. -Meu pai esta aqui.
Ele estava correndo junto comigo, pra onde, eu não sei. Vi uma ponta de raiva em seu rosto, mas também tinha medo e procupação.
-Pra onde vamos? -eu perguntei quando chegamos em um T de corredores.
Tyler parou e olhou para os dois lados. O esquerdo dava no ginasio e para os banheiros, e o direito dava para as portas os fundos da escola. .
-Vem. -ele pe puxou para a esquerda. Mas que burrice ele estava fazendo?
O ginasio não tinha saida -eu acho. -
-Pra onde esta indo?
-Tem uma saida no banheiro dos meninos. -gritou ele enquanto corria.
Não tinha sinal do meu pai, nem de ninguém. Não tinha nenhum aluno nos corredores. Os banheiros ficavam um pouco antes do gnasio, então, como eu pensava, não tinha ninguém n0o banheiro dos meninos. Tyler entrou e fechou a porta abrindo a ultima cabine. Fiquei parada e não ouvi mais barulho nenhum, então... quando fui ver onde Tyler estava, não tinha ninguém dentro do banheiro, com uma portinha aberta. Foi tenso, mas ele logo apareceu e me puxou. Estavamos nos fundo da escola, estata tudo deserto, o que seria bom. Eu conseguia ver o estacionamento de onde estavamos. Também conseguia ver o carro do meu pai, mas ele ja não estava dentro dele.
Ficamos ali parados por um tempo. Acho que Tyler estava pensando, pois eu estava tentando me acalmar. Meu coração palpitava e tinha mente girava.
-Precisamos ir na policia. -ele disse depois de um tempo.
-Não! Esta louco? -perguntei. -Ele vai falar da minha mãe! -eu disse.
- O que tem sua mãe?
-Vão tirar minha guarda dela. -eu disse com as lágrimas novamente em meus olhos.
Minha mãe nunca ligou para mim, mas quando meu pai batia em mim, ou tetava abusar, ela sempre tentava impedi-lo. Imagino que se eu tivesse uma filha, não gostaria de ve-la apanhando ou sendo abusada por um louco.
-Ah. -ele disse, tentando pensar em mais alguma coisa. -Mas ela nem liga pra você.
-Liga sim. Sei que ela liga. -eu disse nem prestando a atenção nele. -Ela que me ajudou a fugir.
-Ja pensou na possibilidade dela querer você fora de casa? -perguntou ele.
O fitei com raiva.
-Porra, Tyler! -explodi. -Minha mãe liga pra mim, e eu sei disso! Não fica tentando por merda na minha cabeaça. Eu conheço ela. E ela não liga, mas se preocupa. Droga!
-Calma Melissa. Eu só fiz uma suposisão.
-Cala a boca. -murmirei e comecei a andar em direção ao estacionamento.
-Vai pra onde? -perguntou ele correndo atras de mim.
-Pra qualquer lugar longe daqui.
-Ei! Melissa. -alguém me chamou, e eu sei que não foi Tyler.
Me virei e vi o desgraçado na entrada, me fizilando com os olhos e com uma barra de ferro na mão. Meu coração apertou e no momento eu não soube o que fazer, apenas corri.
Corri sem direção. Não sabia o que estava fazendo.Senti alguns passos atras de mim e dedusi que era Tyler. Ele corria rapido.
-Melissa, pro meu carro. -gritou tyler.
Foi quando percebi que ele estava um poucpo atras com a porta do seu carro aberta. Corri mais um pouco e bati a porta, no mesmo momento em que eme arrancou com o carro.
Meu pai estava logo atras com o dele. .
-Que safado! -sibilou Tyler pra si mesmo. -Se eu pudesse matava esse desgraçado.
-Você não é o unico que deseja isso. -murmurei.
Tyler estava correndo muito, mesmo assim meu pai continuava atras de mim.
-QUe inferno, ele não desgruda. -disse tyles olhando para tras.
OLhei junto, depois voltei meus olhos para frente, quando vi de cara um caminhão em nossa direção.
Ouve uma pressão forte e um barulho estrondante.
E eu e Tyler estavamos de baixo de cacos d evridros e ferros.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
O diário de Melissa. (8°)
Postado por Hellen Pimentel e Ana caroline às 15:47
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