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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Novo blog nosso.

oooi leitores. Eu estou aqui para divulgar meu mais novo Blog, onde estou postando meu Livro Despertar. Ainda esta fraco o movimento, mas sei que com a ajuda de vocês, o blog e o livro vai bombar.
o link é: www.sagadespertar.blogspot.com

Beijoooooooooos de Botboletas, e uma otima leitura.

sábado, 25 de setembro de 2010

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Passe e Fecha a Porta agora na comunidade.
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=106716619&refresh=1

Participem!

Do olhar a Sedução.- Um






Um.


Um.


Sentei em minha cama ofegante, como se tivesse corrido uma maratona. Meu corpo estava soado, -mesmo com a noite fria e densa ao lado de fora- e minha cabeça doía. Mais uma noite de pesadelos do dia em que meus pais morreram. Olhei para o lado para ver se minha colega de quarto, Amy Roberts ainda estava dormindo. Amy roncava baixinho em sua cama ao meu lado.
Amy esta comigo desde meus oito anos. No começo, quando vim para cá, não tinha nenhuma menina para dividir quarto comigo. Não importava muito, sempre gostei de ficar sozinha. Mas quando Amy chegou três anos depois, tudo mudou. Eu contava tudo para ela, e ela contava tudo para mim. O caso dela era totalmente diferente do meu. Amy perdera o pai, e sua mãe não queria mais saber de nada, então, botou ela no Colégio interno. Não fazia muito sentido, mas era o que sempre dizia. Amy tem a mesma idade que a mim. Nós nunca fomos muito parecidas. Amy é morena dos olhos claros, e eu sou loira dos olhos castanhos.
Levantei-me de vagar, tentando respirar um pouco e tirar as terríveis imagens de minha cabeça. A luz que vinha da janela afirmava que ainda estava de madrugada, então não me importei de ter acordado àquela hora. Fui caminhando na ponta dos pés ate a janela, na intenção de não acordar Amy. A neve caia ao lado de fora, fazendo uma textura de rigidez no vidro da janela. Ao lado de fora, o campus estava coberto por flocos de uma tempestade que já iria fazer dois dias. Os chafarizes estavam congelados, e pequenos pingentes se formavam nas folhas dos grandes carvalhos. Aquela paisagem me impressionava á 11 anos, quase 12.
Já vai fazer 12 anos. Pensei comigo mesma. Desde meus cinco anos estou nesse internato no centro da Inglaterra. Depois de tanto tempo, pensei que não era tão ruim assim. Tenho amigos para sempre. Bem… Ate fazermos 18 anos e sairmos daqui. Mas sei que continuaremos nos vendo.
Tia Clarisse me disse que assim que sair sua casa estará de braços abertos para me receber. Mais ainda tinha um ano, quase dois.
Ouvi um barulho estrondoso vir de dentro de mim, mas não me assustei muito. Nos últimos meses tenho acordado a essa hora todas as noites, e sempre com a barriga roncando. Convenci-me que fosse a fome, então sem fazer muito barulho peguei meu roupão e sai do quarto na ponta dos pés.
Todos os empregados do Internato me conhecem. Claro, estou aqui vai fazer 12 anos. Vários empregados já saíram e já entraram desse internato, e já fiz amizade com todos. Se me vissem andando pelos corredores não brigariam, muito ao contrario, até ofereceriam um sanduíche de creme de amendoim.
Desci os corredores pouco clareados até o refeitório, rezando para não encontrar ninguém lá além dos empregados. Talvez nem eles, mas congelei quando passei pela pesada porta e me deparei com um homem sentado em uma mesa bem distante de mim, com uma xícara de café na mão, e um prato de biscoitos ao lado.

Do olhar a Sedução.- Prólogo.



Era noite de inverno na minha amada Inglaterra. A neve caia na soleira de minha janela, enquanto eu tentava dormir de baixo de meus pesados cobertores. Eu tinha cinco anos, quando minha mãe morreu. Estava dormindo em meu quarto, a qual ficava do lado do quarto de meus pais. Logo pela manha, ouvi um barulho enorme vindo do andar de baixo, e logo depois, gritos e pessoas correndo. Tentei não ficar com medo, então fui ate a porta, que dava para o corredor dos quartos de cima, quando percebi que a correria mesmo vinha do andar de baixo. Corri para lá, e como um tapa na cara (não que naquela época eu já ganhara um tapa na cara), vi minha mãe, Mandy, estirada no tapete da sala de estar, e meu pai em cima dela como um louco. Todos ali em volta, olhavam horrorizados com o que viam. Eu não era a única.
Desci as escadas quase às rolando, e abraçando minha mãe, quando percebi que ela estava banhada de sangue, e uma arma ao seu lado, perto da mão do meu pai. Seu rosto de porcelana estava relaxado e tranqüilo. O que eu vi não parecia real. Eu pensei que estava sonhando por um segundo, ate algumas pessoas me puxarem pelos braços, me tirando da sala rapidamente. E eu não chorei. Eu não aprendi a chorar.
Os empregados estavam pálidos, atrás da casa, para onde me levaram. Vi que era minha tia Clarisse quem tinha me tirado de lá. Seus olhos estavam avermelhados, e com um tanto de raiva. Em algum ponto de mim, eu não queria aceitar, nem acreditar no acontecera. Minha tia Clarisse, parecia muito com minha mãe. Ate porque eram irmãs. O rosto desenhado como de uma fada bailarina. Os olhos claros e bem delineados. A boca naturalmente avermelhada, e os cabelos loiros aveludados.
Comentários a minha volta faziam aprofundar minha ferida, e cada segundo a mais eu tinha a plena certeza de que minha mãe estava morta. E o dia demorou a passar. Olhei para o jardim atrás de mim, coberto por flocos de neve. Meus pensamentos pairaram junto ao vento, quando da sala, veio outro barulho como o de antes, e outros gritos, e outros berros. Senti um arrepio nascer por minha espinha.
E eu não chorei. Eu não prendi a chorar.

Do olhar a Sedução.



Do olhar a sedução conta a História de uma garota de 17 anos, que mora desde os cinco em um Internato, na Inglaterra, quando sua mãe morreu. A história começa quando sua paixão aumenta pelo seu Professor de Matemática, Gregory, e percebe que está sendo correspondida. Mas tudo complica quando A diretora do Colégio paga os dois em uma cena de amor, e pensa no pior. Será que Gregory e Julie vão ficar juntos? Ou mais uma vez a Lei vai separar um amor tão lindo?

Voltando com tudo.

Olá leitores. Eu estive fora por algumas semanas, mas agora voltarei com tudo. Novas histórias, e continuarei escrevendo O diário de Melissa para quem gosta. Muito suspense e histórias de tirar o fôlego estão por vir, então... Preparem o coração, e pegue o mouse.

Hellen Pimentel.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

O diário de Melissa. (8°)

Corri em sua direção e vi sua expressão ficar confusa.
-Meu pai! -eu gritei. -Meu pai esta aqui.
Ele estava correndo junto comigo, pra onde, eu não sei. Vi uma ponta de raiva em seu rosto, mas também tinha medo e procupação.
-Pra onde vamos? -eu perguntei quando chegamos em um T de corredores.
Tyler parou e olhou para os dois lados. O esquerdo dava no ginasio e para os banheiros, e o direito dava para as portas os fundos da escola. .
-Vem. -ele pe puxou para a esquerda. Mas que burrice ele estava fazendo?
O ginasio não tinha saida -eu acho. -
-Pra onde esta indo?
-Tem uma saida no banheiro dos meninos. -gritou ele enquanto corria.
Não tinha sinal do meu pai, nem de ninguém. Não tinha nenhum aluno nos corredores. Os banheiros ficavam um pouco antes do gnasio, então, como eu pensava, não tinha ninguém n0o banheiro dos meninos. Tyler entrou e fechou a porta abrindo a ultima cabine. Fiquei parada e não ouvi mais barulho nenhum, então... quando fui ver onde Tyler estava, não tinha ninguém dentro do banheiro, com uma portinha aberta. Foi tenso, mas ele logo apareceu e me puxou. Estavamos nos fundo da escola, estata tudo deserto, o que seria bom. Eu conseguia ver o estacionamento de onde estavamos. Também conseguia ver o carro do meu pai, mas ele ja não estava dentro dele.
Ficamos ali parados por um tempo. Acho que Tyler estava pensando, pois eu estava tentando me acalmar. Meu coração palpitava e tinha mente girava.
-Precisamos ir na policia. -ele disse depois de um tempo.
-Não! Esta louco? -perguntei. -Ele vai falar da minha mãe! -eu disse.
- O que tem sua mãe?
-Vão tirar minha guarda dela. -eu disse com as lágrimas novamente em meus olhos.
Minha mãe nunca ligou para mim, mas quando meu pai batia em mim, ou tetava abusar, ela sempre tentava impedi-lo. Imagino que se eu tivesse uma filha, não gostaria de ve-la apanhando ou sendo abusada por um louco.
-Ah. -ele disse, tentando pensar em mais alguma coisa. -Mas ela nem liga pra você.
-Liga sim. Sei que ela liga. -eu disse nem prestando a atenção nele. -Ela que me ajudou a fugir.
-Ja pensou na possibilidade dela querer você fora de casa? -perguntou ele.
O fitei com raiva.
-Porra, Tyler! -explodi. -Minha mãe liga pra mim, e eu sei disso! Não fica tentando por merda na minha cabeaça. Eu conheço ela. E ela não liga, mas se preocupa. Droga!
-Calma Melissa. Eu só fiz uma suposisão.
-Cala a boca. -murmirei e comecei a andar em direção ao estacionamento.
-Vai pra onde? -perguntou ele correndo atras de mim.
-Pra qualquer lugar longe daqui.
-Ei! Melissa. -alguém me chamou, e eu sei que não foi Tyler.
Me virei e vi o desgraçado na entrada, me fizilando com os olhos e com uma barra de ferro na mão. Meu coração apertou e no momento eu não soube o que fazer, apenas corri.
Corri sem direção. Não sabia o que estava fazendo.Senti alguns passos atras de mim e dedusi que era Tyler. Ele corria rapido.
-Melissa, pro meu carro. -gritou tyler.
Foi quando percebi que ele estava um poucpo atras com a porta do seu carro aberta. Corri mais um pouco e bati a porta, no mesmo momento em que eme arrancou com o carro.
Meu pai estava logo atras com o dele. .
-Que safado! -sibilou Tyler pra si mesmo. -Se eu pudesse matava esse desgraçado.
-Você não é o unico que deseja isso. -murmurei.
Tyler estava correndo muito, mesmo assim meu pai continuava atras de mim.
-QUe inferno, ele não desgruda. -disse tyles olhando para tras.
OLhei junto, depois voltei meus olhos para frente, quando vi de cara um caminhão em nossa direção.
Ouve uma pressão forte e um barulho estrondante.
E eu e Tyler estavamos de baixo de cacos d evridros e ferros.